A Lapa Sobe a Serra: a boemia carioca que inspira novos caminhos culturais
O projeto A Lapa Sobe a Serra mostrou, ao longo das últimas semanas, a força que a cultura tem para movimentar territórios, aproximar públicos e renovar tradições. A iniciativa levou a alma da boemia carioca – com seu samba, suas rodas musicais e sua atmosfera descontraída – para o clima acolhedor e vibrante da Região Serrana do Rio.
O circuito começou em Nova Friburgo, seguiu para Teresópolis e encontra seu encerramento neste final de semana em Petrópolis, resgatando conexões históricas entre a capital e a serra, e colocando artistas, empreendedores criativos e o público em sintonia com uma proposta leve, festiva e cheia de identidade.
A experiência deixa uma reflexão importante para nós, potiguares: por que não criar algo semelhante no nosso litoral? Se a Lapa sobe a serra, nada impede que o samba desça para a praia, abrindo espaço para eventos culturais de fim de tarde, rodas de samba à beira-mar, circuitos gastronômicos temáticos e microfestivais que unam música, turismo e empreendedorismo local.
Projetos como esse mostram que cultura bem-organizada gera movimento, renda, pertencimento e novas narrativas para os destinos. O Rio Grande do Norte, com sua orla privilegiada e sua forte identidade musical, tem todas as condições de transformar essa ideia em uma marca própria – valorizando artistas locais e criando novas ofertas para o turismo cultural.
Que o ritmo da Lapa seja inspiração para o nosso litoral.
E que novas experiências criativas sigam fortalecendo o turismo potiguar.
O projeto A Lapa Sobe a Serra mostrou, ao longo das últimas semanas, a força que a cultura tem para movimentar territórios, aproximar públicos e renovar tradições. A iniciativa levou a alma da boemia carioca – com seu samba, suas rodas musicais e sua atmosfera descontraída – para o clima acolhedor e vibrante da Região Serrana do Rio.
O circuito começou em Nova Friburgo, seguiu para Teresópolis e encontra seu encerramento neste final de semana em Petrópolis, resgatando conexões históricas entre a capital e a serra, e colocando artistas, empreendedores criativos e o público em sintonia com uma proposta leve, festiva e cheia de identidade.
A experiência deixa uma reflexão importante para nós, potiguares: por que não criar algo semelhante no nosso litoral? Se a Lapa sobe a serra, nada impede que o samba desça para a praia, abrindo espaço para eventos culturais de fim de tarde, rodas de samba à beira-mar, circuitos gastronômicos temáticos e microfestivais que unam música, turismo e empreendedorismo local.
Projetos como esse mostram que cultura bem-organizada gera movimento, renda, pertencimento e novas narrativas para os destinos. O Rio Grande do Norte, com sua orla privilegiada e sua forte identidade musical, tem todas as condições de transformar essa ideia em uma marca própria – valorizando artistas locais e criando novas ofertas para o turismo cultural.
Que o ritmo da Lapa seja inspiração para o nosso litoral.
E que novas experiências criativas sigam fortalecendo o turismo potiguar.

