Verão 2026: o turismo como motor da economia do Rio Grande do Norte
O Verão de 2026 já desponta como um dos mais promissores dos últimos anos para o Rio Grande do Norte. Com a consolidação do destino nos mercados nacional e internacional, a combinação entre sol, mar, cultura, eventos e hospitalidade potiguar aponta para uma temporada de alta demanda, maior permanência média e circulação significativa de recursos na economia local.
O turismo segue cumprindo um papel estratégico no desenvolvimento do Estado. Hotéis, pousadas, bares, restaurantes, receptivos, guias, artesãos, transportes e o comércio em geral entram em ritmo acelerado, movimentando a cadeia produtiva e ampliando a geração de empregos temporários e permanentes durante a estação mais aguardada do ano.
A expectativa é de crescimento no fluxo de visitantes, impulsionado pelo calendário de eventos, pelo fortalecimento da malha aérea, pela retomada de viagens familiares e pelo desejo cada vez maior do brasileiro de viver experiências em destinos de sol e praia. Natal, o Litoral Sul, o Litoral Norte, a Costa Branca e os polos do interior turístico tendem a sentir diretamente esse aquecimento.
Mais do que números, o Verão 2026 exige planejamento, integração institucional e gestão pública eficiente. Municípios turísticos que se organizam com antecedência – em infraestrutura, ordenamento urbano, serviços, promoção e segurança – colhem resultados concretos: mais renda, mais visibilidade e mais desenvolvimento sustentável.
O Rio Grande do Norte tem ativos naturais únicos, identidade cultural forte e um trade turístico resiliente. Transformar o potencial do Verão 2026 em resultados duradouros passa, necessariamente, por tratar o turismo como política estratégica de Estado e de município, e não apenas como atividade sazonal.
O verão chegou. E, com ele, a oportunidade de reafirmar o turismo como um dos grandes motores da economia potiguar.

