Turismo na Era da Inteligência Artificial: o destino que não aprender a conversar com a IA pode desaparecer do mapa digital
A inteligência artificial já começou a transformar a maneira como o turista escolhe seus destinos, monta roteiros e busca experiências personalizadas. O viajante de hoje não faz apenas pesquisas tradicionais na internet. Ele conversa com plataformas inteligentes que sugerem viagens sob medida, hospedagens, gastronomia e atrações conforme seu perfil.
Dados apresentados pelo Ministério do Turismo mostram que cresce rapidamente o número de pessoas utilizando IA para planejar viagens, inclusive descobrindo destinos que antes estavam fora dos grandes roteiros turísticos. Isso cria uma oportunidade importante para municípios menores e regiões com forte identidade cultural, como muitos destinos do Rio Grande do Norte.
Nesse novo cenário, não basta apenas existir como destino turístico. É preciso estar bem posicionado digitalmente, com informações organizadas, presença ativa nas plataformas e conteúdos que possam ser compreendidos pelas inteligências artificiais.
A chamada nova jornada do viajante também fortalece o conceito de Destinos Turísticos Inteligentes, onde inovação, conectividade e experiência do visitante passam a caminhar juntas.
Para especialistas do setor, a transformação já começou: quem não aprender a dialogar com a inteligência artificial poderá perder espaço na nova vitrine digital do turismo mundial.
Para que a IA recomende um destino, ela precisa ser alimentada com informações de qualidade. Thiago Akira destaca que os sites institucionais são vistos como fontes de alta credibilidade pelas ferramentas. “O que tiver lá dentro, ela vai trazer como fonte”, pontua o consultor.
Fonte. MTur

